O filme Chico Xavier, de Daniel Filho, reacendeu a memória desse grande líder espírita brasileiro. Um homem simples e amoroso que abdicou dos louros da fama para curar, alimentar e consolar milhares de necessitados. Em troca, recebeu o respeito e a admiração de todos, embora jamais tenha desejado recompensa alguma.
Texto • Raphaela de Campos Mell
Sem nenhuma pretensão de virar mito ou celebridade, longe disso, o médium mineiro Francisco Cândido Xavier fez história. Cumpriu sua missão na Terra com a disciplina e a humildade dos iluminados, apesar de ter refutado essa condição inúmeras vezes. Dizia ser um mero servo de Deus ou, com o bom humor característico, “uma tomada entre dois mundos”. Uma alma especial, na visão de devotos e simpatizantes que até hoje, quase nove anos após sua morte, o reverenciam com gratidão.
O coração de Chico foi grande o suficiente para acolher o sofrimento das pessoas. Em especial, pais e mães inconsolados pela morte de seus filhos. Com igual doçura e compaixão, abraçou pobres, doentes, famintos, desesperados. A caridade era a pedra fundamental de sua rotina humanitária. Dia e noite. Sempre pronto a atender quem batesse à sua porta em busca de ajuda. “Quando Chico vem ao hospital, é como se Jesus chegasse”, disse, certa vez, uma amiga enfermeira.
Outros tantos depoimentos e passagens surpreendentes recheiam o livro As Vidas de Chico Xavier – Biografia Definitiva (ed. Leya). Escrita pelo jornalista Marcel Souto Maior, a obra deu origem ao filme Chico Xavier, sucesso de público dirigido por Daniel Filho. Mesmo “protegido” pelo distanciamento profissional, Marcel confessa não ter conseguido segurar as lágrimas ao conhecer pessoalmente o objeto de sua pesquisa. Não quis entender. Deixou a emoção seguir seu curso. Mais tarde descobriu que a simples presença do médium comovia boa parte dos visitantes. Houve até quem beijasse seus pés.
O fato é que, ao longo de seus 92 anos de vida, 74 deles dedicados à atividade mediúnica, o filho da minúscula Pedro Leopoldo, cidadezinha a 35 quilômetros de Belo Horizonte, não só colocou em prática o lema cristão “Dar sem esperar nada em troca”, como se tornou o grande difusor do espiritismo no Brasil. Os números são impressionantes: mais de 400 livros psicografados e mais de 30 milhões de exemplares vendidos. A renda dos direitos autorais? Doada para instituições beneficentes
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domingo, 13 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 10 de março de 2010
A lição da borboleta
Uma pequena parábola que nos faz refletir sobre a função dos obstáculos e das dificuldades que encontramos na vida.
Sentado ao pé de uma árvore, um menino observava atentamente o lento nascimento de uma borboleta. Há algumas horas ela se esforçava para fazer o corpo passar pela pequena abertura em seu casulo. Até que, num dado momento, pareceu ter ido o mais longe que podia; já não fazia mais nenhum progresso.
Aflito, o menino decidiu ajudar a borboleta. Com uma tesoura, cortou o casulo e a libertou. O corpo do inseto estava murcho e suas asas, amassadas. O menino continuou a observar a borboleta. Estava certo de que, de uma hora para outra, ela sairia voando. Mas, não foi isso que aconteceu. Na verdade, o bichinho passou o resto da vida rastejando com um corpo fraco e as asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar.
O menino só quis ajudar a borboleta. Mas ele não compreendia uma coisa: que era justamente por meio do esforço que o corpo e as asas dela se fortaleciam. Que era desse modo que Deus, em sua sabedoria, a preparava para voar assim que a borboleta deixasse o casulo. Também nós, muitas vezes, precisamos passar por situações difíceis na vida. Se não fossem os obstáculos, o que nos tornaria fortes?
A vida é assim: pedimos força e recebemos dificuldades para nos fazer fortes; pedimos sabedoria e recebemos problemas para resolver; pedimos coragem e recebemos perigos para enfrentar; pedimos amor e recebemos pessoas com problemas para ajudar; pedimos favores e recebemos oportunidades. Talvez não recebamos exatamente o que pedimos. Mas sempre temos tudo de que precisamos
Qual é a minha missão de vida?
:: Osvaldo Shimoda ::
O guerreiro da luz conhece a importância da intuição. No meio da batalha, não tem tempo para pensar nos golpes do inimigo - então, usa seu instinto, e obedece ao anjo. Nos tempos de paz, decifra os sinais que Deus lhe envia. As pessoas dizem: ‘está louco’. Ou então: ‘vive num mundo de fantasia’. Ou ainda: ‘como pode confiar em coisas que não têm lógica?’. Mas o guerreiro sabe que a intuição é o alfabeto de Deus, e continua escutando o vento e falando com as estrelas.
Manual do Guerreiro da Luz – Paulo Coelho
É muito comum os pacientes virem ao meu consultório querendo saber o seu real propósito de vida, sua verdadeira vocação, seu caminho profissional; enfim, sua missão de vida. Por não encontrá-la, sentem-se confusos, perdidos, insatisfeitos e inquietos, porque a alma é impiedosa, implacável, cobra-nos sempre que não estamos dando o nosso melhor ou nos desvirtuando de nosso verdadeiro propósito de vida, a que viemos na encarnação atual.
Mas o que faz a maioria das pessoas não saber ao certo o que veio fazer nesta existência e, com isso, se desvirtuar ou mesmo se perder dos reais motivos que a trouxe à encarnação atual?
A resposta está na barreira da memória -termo usado por Freud, o pai da psicanálise, que se manifesta em forma de amnésia-, e que nos impede de lembrar, acessar as lembranças de nossas vidas passadas, bem como o nosso programa reencarnatório (é o que na encarnação atual precisamos aprender, as pessoas que precisamos ajudar, nos reconciliarmos, os resgates cármicos com os pais, filhos, irmãos, parentes, amigos, os maus hábitos e imperfeições, traços de personalidade que temos que mudar, experiências de vida que precisamos passar, com quem iremos casar e constituir uma família, etc.).
O programa reencarnatório está registrado no Livro da Vida que elaboramos no Astral antes de reencarnarmos, de comum acordo com o nosso mentor espiritual, que é um Espírito superior, responsável diretamente pela nossa evolução espiritual.
No entanto, após o reencarne, esquecemos dele porque o planeta Terra é constituído de uma estreita faixa de forte magnetismo, que nos impede de acessarmos à nossa memória extracerebral (as experiências de nossas existências passadas estão todas gravadas em nosso perispírito, que é o nosso corpo espiritual). Sendo assim, quando a gente reencarna, automaticamente esquecemos as nossas encarnações passadas.
Portanto, como habitantes desse planeta, estamos todos na condição de seres amnésicos, sujeitos a Lei do esquecimento, uma das leis universais. Da mesma forma que estamos subordinados à Lei da gravidade, uma das leis da física, que puxa tudo para o centro da Terra, e que nos impede de levitar, o mesmo ocorre com a Lei do esquecimento, que nos impede de lembrar as existências passadas e o propósito dessa encarnação.
Por conta da Lei do esquecimento, explica-se porque há pessoas (talvez a grande maioria) que acham que estão aqui pela 1ª vez nessa vida terrena, e com isso, não acreditam na tese da reencarnação.
Freud chamava de barreira da memória a essa amnésia; os sábios sacerdotes do antigo Egito chamavam-na de véu de Ísis, e Kardec, o codificador do espiritismo, de véu do esquecimento. Portanto, todos tratavam do mesmo assunto, porém, se utilizando de termos diferentes.
Kardec se referia também a esse véu como uma bênção divina, um presente de Deus, pois seria insuportável viver nesta encarnação se não houvesse esse véu.
Sem dúvida alguma, sem a sua existência, iríamos lembrar espontaneamente de todos os erros e atrocidades cometidas em vidas passadas em razão de nossas imperfeições como espíritos em evolução, e com isso, ficaríamos muito perturbados ou surtaríamos.
Mas, se de um lado esse véu nos protege, preserva nossa integridade psicológica, do outro nos torna ignorantes, inconscientes, e pode nos levar a abandonar nosso propósito de vida, as aprendizagens necessárias, desperdiçando assim toda uma encarnação.
Certa ocasião, um médico ginecologista e obstetra me procurou, insatisfeito com sua profissão por não ter vida própria, pois sua esposa se queixava muito de que ele não participava da vida familiar em razão de seu trabalho. Ele desabafou dizendo que teve que sair às pressas do aniversário de sua filhinha que estava completando três anos, pois teve que fazer um trabalho de parto. Portanto, estava em conflito se devia ou não continuar exercendo sua profissão. No entanto, mesmo que optasse em não continuar, alegava que não conseguia se imaginar numa outra profissão.
Ao regredir, o paciente se viu numa vida anterior à atual como parteira, uma mulher obesa, que também praticava inúmeros abortos como meio de subsistência.
Após essa regressão, veio a entender o porquê de ter vindo na vida atual como obstetra: era um resgate cármico, ou seja, como nessa vida passada praticou tantos abortos, tirando vidas, veio na encarnação atual para ajudar desta vez, a gerar vidas. Saiu da terapia com a certeza de que estava na profissão certa, e que devia continuar exercendo-a.
Na TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual - Abordagem psicológica e espiritual breve, canalizada por mim pelos Espíritos Superiores do Astral, pelo fato do mentor espiritual do paciente conhecê-lo profundamente, vai direto ao ponto, mostrando-lhe a causa verdadeira de seu(s) problemas(s). Em muitos casos, se assim julgar necessário, benéfico ao paciente, ele irá fazer também uma progressão, isto é, uma revelação futura em relação à sua vida.
Veja a seguir, o caso de uma paciente que veio ao meu consultório sentindo uma inquietude e insatisfação muito grandes, por não saber qual era sua verdadeira vocação, sua missão de vida. Sabia que precisava fazer algo, mas não sabia o quê.
Caso Clínico:
Qual é a minha missão de vida?
Mulher de 22 anos, solteira.
A paciente me procurou porque sentia uma inquietude e insatisfação muito forte em razão de não saber qual era a sua missão de vida, seu verdadeiro propósito de vida.
Isso a angustiava muito, pois sua alma a cobrava de que precisava fazer algo, mas não sabia o quê; enfim, queira saber de que forma podia servir a Deus.
Católica praticante, por conta dos valores defendidos por sua religião, se sentia também em conflito ao se envolver com um homem casado.
No entanto, sentia que não era um mero envolvimento, pois havia um laço muito forte que os unia. Por isso, queria entender também por que foi se envolver e se apaixonar justamente por um homem casado, já que isso contrariava seus princípios.
Ao regredir, me relatou: Vejo um homem alto, usa uma roupa clara, folgada. Ele olha para mim. (pausa).
- Pergunte quem é ele? - Peço à paciente.
“Ele é o meu mentor espiritual, diz que quer me ajudar a seguir o caminho que me foi preparado” (paciente fala chorando).
- Pergunte qual é esse caminho - Peço à paciente.
“Ele levanta a mão, apontando o indicador para cima, e diz que é o caminho de Deus. Mas, para isso, preciso seguir escutando mais o meu coração. (pausa).
Perguntei ao meu mentor espiritual se devo ou não seguir o caminho da consagração, fazendo o sacrifício a Deus, me tornando freira?
Ele responde dizendo que sim, que o meu caminho é ser uma clarista (Ordem religiosa da Igreja Católica, onde a freira faz voto de castidade, pobreza e obediência, ficando em total clausura).
O meu mentor espiritual afirma que a minha profissão é a arte (paciente estava cursando teatro), que me realizarei caso venha exercê-la, mas que isso não me completaria na plenitude. Revela que a felicidade plena só vou conseguir servindo a Deus, renunciando a tudo em total clausura.
Mas deixa bem claro que a escolha é minha. Reitera que se eu seguir o caminho da arte, não vou me sentir completa, saciada. Só vou conseguir isso, sendo clarista”.
- Pergunte ao seu mentor espiritual por que você só se sentiria completa sendo clarista? – Peço à paciente.
“Porque é um saciar-me espiritual, portanto, de minha alma. Esclarece que a arte é uma expressão e também um dom de Deus, mas como clarista vou conseguir me dedicar mais a fazer obras em nome de Deus e, sendo uma pessoa comum, seria mais difícil”.
- Pergunte se você tem vocação para ser uma clarista” – Peço à paciente.
“Diz que sim, mas é uma questão de tempo, de maturidade. Por isso, pede para terminar os meus estudos, e após isso, ainda vou ter de esperar porque para ser uma clarista, ingressar na ordem, só será possível quando estiver mais madura para me adaptar a essa nova vida”.
- Pergunte ao seu mentor espiritual por que você se envolveu e se apaixonou por um homem casado? - Peço à paciente.
“Diz que tudo está na permissão e propósito de Deus. Afirma que esse encontro foi necessário para decidir no futuro se continuo com ele para o resto da vida, ou se renuncio para ser freira. Afirma ainda que essa experiência amorosa vai me servir para não tomar o caminho da clausura por impulso ou falta de opção, como muitas fazem.
Tendo esse envolvimento amoroso, porque ambos se gostam verdadeiramente, (paciente nunca teve uma experiência amorosa tão intensa como essa), se eu escolher o caminho da clausura, não vou poder reclamar ou culpar a vida de que nunca tive uma experiência amorosa. Ele explica ainda que se eu não tiver essa experiência, poderia achar a clausura uma fuga”.
- Pergunte ao seu mentor espiritual como fica a relação com esse homem, uma vez que ele é casado? - Peço à paciente.
“Ele diz que aos poucos Deus irá colocar as coisas no lugar; por isso, pede para não me sentir culpada - caso ele se separe - porque tudo está nos planos de Deus.
Faz parte de meu aprendizado, embora pareça errado, mas não é como eu penso, pois as coisas acontecem como tem que ser para eu amadurecer.
A experiência com esse homem faz parte também de minha missão porque é um passo muito difícil para mim aceitar uma pessoa casada. Revela também que esse homem está angustiado porque não sabe o que fazer. Está em conflito, pois sua esposa é uma pessoa boa, mas não o faz feliz.
Mas diz que de qualquer forma vou passar pela experiência casando com ele, pois Deus sabe que vou precisar passar por isso para posteriormente tomar a decisão de forma madura para ser freira.
Diz ainda que essa decisão vai ocorrer por volta dos 40 anos; portanto, estarei mais madura. Reitera novamente, que tanto na profissão como atriz, bem como no casamento, não vou encontrar a plenitude que almejo porque será um sacrifício conciliar a profissão e o casamento com a minha verdadeira missão.
Fala que cada pessoa nasce para servir a Deus de uma forma, e que no caso de minha irmã ela tem vocação para o casamento, e por isso, ela se sente plena e feliz estando casada. Só que comigo essa felicidade pode não acontecer, pois no meu caso, não vim com esse propósito como missão principal nesta encarnação. (pausa).
É muito difícil ouvir isso dele porque tive de meus pais toda uma educação católica para casar e constituir uma família (a Igreja Católica desconsidera a missão particular de cada pessoa, pois nem toda mulher veio na encarnação atual para casar e constituir uma família, ou seja, exercer a maternidade).
Em relação ao nosso tratamento, afirma que pode ser que precise voltar à terapia daqui a alguns anos; caso precise, serei intuído por ele.
O meu mentor espiritual está se despedindo, agradece ao senhor por ter sido um canal entre nós”.
http://somostodosum.ig.com.br/
:: Osvaldo Shimoda ::
O guerreiro da luz conhece a importância da intuição. No meio da batalha, não tem tempo para pensar nos golpes do inimigo - então, usa seu instinto, e obedece ao anjo. Nos tempos de paz, decifra os sinais que Deus lhe envia. As pessoas dizem: ‘está louco’. Ou então: ‘vive num mundo de fantasia’. Ou ainda: ‘como pode confiar em coisas que não têm lógica?’. Mas o guerreiro sabe que a intuição é o alfabeto de Deus, e continua escutando o vento e falando com as estrelas.
Manual do Guerreiro da Luz – Paulo Coelho
É muito comum os pacientes virem ao meu consultório querendo saber o seu real propósito de vida, sua verdadeira vocação, seu caminho profissional; enfim, sua missão de vida. Por não encontrá-la, sentem-se confusos, perdidos, insatisfeitos e inquietos, porque a alma é impiedosa, implacável, cobra-nos sempre que não estamos dando o nosso melhor ou nos desvirtuando de nosso verdadeiro propósito de vida, a que viemos na encarnação atual.
Mas o que faz a maioria das pessoas não saber ao certo o que veio fazer nesta existência e, com isso, se desvirtuar ou mesmo se perder dos reais motivos que a trouxe à encarnação atual?
A resposta está na barreira da memória -termo usado por Freud, o pai da psicanálise, que se manifesta em forma de amnésia-, e que nos impede de lembrar, acessar as lembranças de nossas vidas passadas, bem como o nosso programa reencarnatório (é o que na encarnação atual precisamos aprender, as pessoas que precisamos ajudar, nos reconciliarmos, os resgates cármicos com os pais, filhos, irmãos, parentes, amigos, os maus hábitos e imperfeições, traços de personalidade que temos que mudar, experiências de vida que precisamos passar, com quem iremos casar e constituir uma família, etc.).
O programa reencarnatório está registrado no Livro da Vida que elaboramos no Astral antes de reencarnarmos, de comum acordo com o nosso mentor espiritual, que é um Espírito superior, responsável diretamente pela nossa evolução espiritual.
No entanto, após o reencarne, esquecemos dele porque o planeta Terra é constituído de uma estreita faixa de forte magnetismo, que nos impede de acessarmos à nossa memória extracerebral (as experiências de nossas existências passadas estão todas gravadas em nosso perispírito, que é o nosso corpo espiritual). Sendo assim, quando a gente reencarna, automaticamente esquecemos as nossas encarnações passadas.
Portanto, como habitantes desse planeta, estamos todos na condição de seres amnésicos, sujeitos a Lei do esquecimento, uma das leis universais. Da mesma forma que estamos subordinados à Lei da gravidade, uma das leis da física, que puxa tudo para o centro da Terra, e que nos impede de levitar, o mesmo ocorre com a Lei do esquecimento, que nos impede de lembrar as existências passadas e o propósito dessa encarnação.
Por conta da Lei do esquecimento, explica-se porque há pessoas (talvez a grande maioria) que acham que estão aqui pela 1ª vez nessa vida terrena, e com isso, não acreditam na tese da reencarnação.
Freud chamava de barreira da memória a essa amnésia; os sábios sacerdotes do antigo Egito chamavam-na de véu de Ísis, e Kardec, o codificador do espiritismo, de véu do esquecimento. Portanto, todos tratavam do mesmo assunto, porém, se utilizando de termos diferentes.
Kardec se referia também a esse véu como uma bênção divina, um presente de Deus, pois seria insuportável viver nesta encarnação se não houvesse esse véu.
Sem dúvida alguma, sem a sua existência, iríamos lembrar espontaneamente de todos os erros e atrocidades cometidas em vidas passadas em razão de nossas imperfeições como espíritos em evolução, e com isso, ficaríamos muito perturbados ou surtaríamos.
Mas, se de um lado esse véu nos protege, preserva nossa integridade psicológica, do outro nos torna ignorantes, inconscientes, e pode nos levar a abandonar nosso propósito de vida, as aprendizagens necessárias, desperdiçando assim toda uma encarnação.
Certa ocasião, um médico ginecologista e obstetra me procurou, insatisfeito com sua profissão por não ter vida própria, pois sua esposa se queixava muito de que ele não participava da vida familiar em razão de seu trabalho. Ele desabafou dizendo que teve que sair às pressas do aniversário de sua filhinha que estava completando três anos, pois teve que fazer um trabalho de parto. Portanto, estava em conflito se devia ou não continuar exercendo sua profissão. No entanto, mesmo que optasse em não continuar, alegava que não conseguia se imaginar numa outra profissão.
Ao regredir, o paciente se viu numa vida anterior à atual como parteira, uma mulher obesa, que também praticava inúmeros abortos como meio de subsistência.
Após essa regressão, veio a entender o porquê de ter vindo na vida atual como obstetra: era um resgate cármico, ou seja, como nessa vida passada praticou tantos abortos, tirando vidas, veio na encarnação atual para ajudar desta vez, a gerar vidas. Saiu da terapia com a certeza de que estava na profissão certa, e que devia continuar exercendo-a.
Na TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) - A Terapia do Mentor Espiritual - Abordagem psicológica e espiritual breve, canalizada por mim pelos Espíritos Superiores do Astral, pelo fato do mentor espiritual do paciente conhecê-lo profundamente, vai direto ao ponto, mostrando-lhe a causa verdadeira de seu(s) problemas(s). Em muitos casos, se assim julgar necessário, benéfico ao paciente, ele irá fazer também uma progressão, isto é, uma revelação futura em relação à sua vida.
Veja a seguir, o caso de uma paciente que veio ao meu consultório sentindo uma inquietude e insatisfação muito grandes, por não saber qual era sua verdadeira vocação, sua missão de vida. Sabia que precisava fazer algo, mas não sabia o quê.
Caso Clínico:
Qual é a minha missão de vida?
Mulher de 22 anos, solteira.
A paciente me procurou porque sentia uma inquietude e insatisfação muito forte em razão de não saber qual era a sua missão de vida, seu verdadeiro propósito de vida.
Isso a angustiava muito, pois sua alma a cobrava de que precisava fazer algo, mas não sabia o quê; enfim, queira saber de que forma podia servir a Deus.
Católica praticante, por conta dos valores defendidos por sua religião, se sentia também em conflito ao se envolver com um homem casado.
No entanto, sentia que não era um mero envolvimento, pois havia um laço muito forte que os unia. Por isso, queria entender também por que foi se envolver e se apaixonar justamente por um homem casado, já que isso contrariava seus princípios.
Ao regredir, me relatou: Vejo um homem alto, usa uma roupa clara, folgada. Ele olha para mim. (pausa).
- Pergunte quem é ele? - Peço à paciente.
“Ele é o meu mentor espiritual, diz que quer me ajudar a seguir o caminho que me foi preparado” (paciente fala chorando).
- Pergunte qual é esse caminho - Peço à paciente.
“Ele levanta a mão, apontando o indicador para cima, e diz que é o caminho de Deus. Mas, para isso, preciso seguir escutando mais o meu coração. (pausa).
Perguntei ao meu mentor espiritual se devo ou não seguir o caminho da consagração, fazendo o sacrifício a Deus, me tornando freira?
Ele responde dizendo que sim, que o meu caminho é ser uma clarista (Ordem religiosa da Igreja Católica, onde a freira faz voto de castidade, pobreza e obediência, ficando em total clausura).
O meu mentor espiritual afirma que a minha profissão é a arte (paciente estava cursando teatro), que me realizarei caso venha exercê-la, mas que isso não me completaria na plenitude. Revela que a felicidade plena só vou conseguir servindo a Deus, renunciando a tudo em total clausura.
Mas deixa bem claro que a escolha é minha. Reitera que se eu seguir o caminho da arte, não vou me sentir completa, saciada. Só vou conseguir isso, sendo clarista”.
- Pergunte ao seu mentor espiritual por que você só se sentiria completa sendo clarista? – Peço à paciente.
“Porque é um saciar-me espiritual, portanto, de minha alma. Esclarece que a arte é uma expressão e também um dom de Deus, mas como clarista vou conseguir me dedicar mais a fazer obras em nome de Deus e, sendo uma pessoa comum, seria mais difícil”.
- Pergunte se você tem vocação para ser uma clarista” – Peço à paciente.
“Diz que sim, mas é uma questão de tempo, de maturidade. Por isso, pede para terminar os meus estudos, e após isso, ainda vou ter de esperar porque para ser uma clarista, ingressar na ordem, só será possível quando estiver mais madura para me adaptar a essa nova vida”.
- Pergunte ao seu mentor espiritual por que você se envolveu e se apaixonou por um homem casado? - Peço à paciente.
“Diz que tudo está na permissão e propósito de Deus. Afirma que esse encontro foi necessário para decidir no futuro se continuo com ele para o resto da vida, ou se renuncio para ser freira. Afirma ainda que essa experiência amorosa vai me servir para não tomar o caminho da clausura por impulso ou falta de opção, como muitas fazem.
Tendo esse envolvimento amoroso, porque ambos se gostam verdadeiramente, (paciente nunca teve uma experiência amorosa tão intensa como essa), se eu escolher o caminho da clausura, não vou poder reclamar ou culpar a vida de que nunca tive uma experiência amorosa. Ele explica ainda que se eu não tiver essa experiência, poderia achar a clausura uma fuga”.
- Pergunte ao seu mentor espiritual como fica a relação com esse homem, uma vez que ele é casado? - Peço à paciente.
“Ele diz que aos poucos Deus irá colocar as coisas no lugar; por isso, pede para não me sentir culpada - caso ele se separe - porque tudo está nos planos de Deus.
Faz parte de meu aprendizado, embora pareça errado, mas não é como eu penso, pois as coisas acontecem como tem que ser para eu amadurecer.
A experiência com esse homem faz parte também de minha missão porque é um passo muito difícil para mim aceitar uma pessoa casada. Revela também que esse homem está angustiado porque não sabe o que fazer. Está em conflito, pois sua esposa é uma pessoa boa, mas não o faz feliz.
Mas diz que de qualquer forma vou passar pela experiência casando com ele, pois Deus sabe que vou precisar passar por isso para posteriormente tomar a decisão de forma madura para ser freira.
Diz ainda que essa decisão vai ocorrer por volta dos 40 anos; portanto, estarei mais madura. Reitera novamente, que tanto na profissão como atriz, bem como no casamento, não vou encontrar a plenitude que almejo porque será um sacrifício conciliar a profissão e o casamento com a minha verdadeira missão.
Fala que cada pessoa nasce para servir a Deus de uma forma, e que no caso de minha irmã ela tem vocação para o casamento, e por isso, ela se sente plena e feliz estando casada. Só que comigo essa felicidade pode não acontecer, pois no meu caso, não vim com esse propósito como missão principal nesta encarnação. (pausa).
É muito difícil ouvir isso dele porque tive de meus pais toda uma educação católica para casar e constituir uma família (a Igreja Católica desconsidera a missão particular de cada pessoa, pois nem toda mulher veio na encarnação atual para casar e constituir uma família, ou seja, exercer a maternidade).
Em relação ao nosso tratamento, afirma que pode ser que precise voltar à terapia daqui a alguns anos; caso precise, serei intuído por ele.
O meu mentor espiritual está se despedindo, agradece ao senhor por ter sido um canal entre nós”.
http://somostodosum.ig.com.br/
quinta-feira, 4 de março de 2010
Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior.
Transformar o mundo
Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.
Se existe amor, há também esperança de existirem verdadeiras famílias, verdadeira fraternidade, verdadeira igualdade e verdadeira paz. Se não há mais amor dentro de você, se você continua a ver os outros como inimigos, não importa o conhecimento ou o nível de instrução que você tenha, não importa o progresso material que alcance, só haverá sofrimento e confusão no cômputo final. O homem vai continuar enganando e subjugando outros homens, mas insultar ou maltratar os outros é algo sem propósito. O fundamento de toda prática espiritual é o amor. Que você o pratique bem é meu único pedido
A felicidade é um estado de espírito. Se a sua mente ainda estiver num estado de confusão e agitação, os bens materiais não lhe vão proporcionar felicidade. Felicidade significa paz de espírito.
Se existe amor, há também esperança de existirem verdadeiras famílias, verdadeira fraternidade, verdadeira igualdade e verdadeira paz. Se não há mais amor dentro de você, se você continua a ver os outros como inimigos, não importa o conhecimento ou o nível de instrução que você tenha, não importa o progresso material que alcance, só haverá sofrimento e confusão no cômputo final. O homem vai continuar enganando e subjugando outros homens, mas insultar ou maltratar os outros é algo sem propósito. O fundamento de toda prática espiritual é o amor. Que você o pratique bem é meu único pedido
Determinação, coragem e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso. Não importa quais sejam os obstáculos e as dificuldades. Se estamos possuídos de uma inabalável determinação, conseguiremos superá-los. Independentemente das circunstâncias, devemos ser sempre humildes, recatados e despidos de orgulho.
Seria muito mais produtivo se as pessoas procurassem compreender seus pretensos inimigos. Aprender a perdoar é muito mais proveitoso do que simplesmente tomar de uma pedra e arremessá-la contra o objeto de sua ira. Quanto maior a provocação, maior a vantagem do perdão. É quando padecemos os piores infortúnios que surgem as grandes oportunidades de se fazer o bem a si e aos outros.
A agressão é uma tendência que faz parte do nosso íntimo. Por isso, temos de lutar contra nós mesmos. Homens criados em ambientes rigorosamente não-violentos acabaram se transformando nos mais horríveis carniceiros. O que prova que a semente da mais insana agressividade mora nas profundezas de cada um de nós. Mas nossa verdadeira natureza é de modo geral pacífica. Todos nós conhecemos as agitações da alma humana, que está sujeita a imprevistos assustadores. Mas essa não é a sua força dominante. É possível e é necessário dominar a agressividade.
O que mais nos incomoda é ver nossos sonhos frustrados. Mas permanecer no desânimo não ajuda em nada para a concretização desses sonhos. Se ficamos assim, nem vamos em busca dos nossos sonhos, nem recuperamos o bom humos! Este estado de confusão, propício ao crescimento da ira, é muito perigoso. Temos de nos esforçar e não permitir que a nossa serenidade seja perturbada. Quer estejamos vivenciando um grande sofrimento, ou já o tenhamos experimentado, não há razão para alimentarmos o sentimento de infelicidade.
É através da arte de escutar que seu espírito se enche de fé e devoção e que você se torna capaz de cultivar a alegria interior e o equilíbrio da mente. A arte de escutar lhe permite alcançar sabedoria, superando toda ignorância. Então, é vantajoso dedicar-se a ela, mesmo que isto lhe custe a vida. A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância. Se você é capaz de manter sua mente constantemente rica através da arte de escutar, não tem o que temer. Este tipo de riqueza jamais lhe será tomado. Essa é a maior das riqueza
Quando estiver praticando a caridade, faça-o com alegria e com um semblante radiante. Devemos praticar a caridade com um sorriso no rosto e otimismo no coração.
O aprimoramento da paciência requer a presença de alguém que deliberadamente nos faça mal. Esse tipo de pessoa nos dá a chance de praticarmos a tolerância. A nossa força interior é posta à prova com mais intensidade do que aquela de que o nosso guia espiritual seria capaz. Em essência, o exercício da paciência nos protege da perda da confiança.
domingo, 17 de janeiro de 2010
A Natureza.
A própria natureza esta mostrando o seu valor perante o ser humano, tão frágil igual a uma folha de uma árvore, o homem se julga senhor de si e do mundo, e no domínio do seu semelhante, e escravizá-lo no conceito social e político.
Mas no primeiro terremoto que atinge alguns lugares, por questão de segundos ou minutos a terra destrói uma cidade inteira, onde o homem sente o furor da natureza e mostra sua fragilidade perante a vida, buscando a sobrevivência e tem um terrível medo da morte.
Mas no primeiro terremoto que atinge alguns lugares, por questão de segundos ou minutos a terra destrói uma cidade inteira, onde o homem sente o furor da natureza e mostra sua fragilidade perante a vida, buscando a sobrevivência e tem um terrível medo da morte.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Pensamento positivo.
Pensamento Positivo.
Cada pessoa traz em si um forte componente energético, resultante de interações entre o espírito e o corpo físico, o que é propiciado pelo perispírito ou corpo espiritual, intermediário e catalisador da ligação corpo-espírito.
O componente energético é gerenciado pela mente, que o comanda de duas formas: uma automática ou não consciente, e outra consciente, impulsionada pela vontade. Quanto mais evoluído é o espírito, maior é o comando consciente; quanto menos evoluído, maior é o comando automático. De qualquer maneira, ambos os comandos sempre existem.
O componente energético do ser humano é decorrente do funcionamento conjunto e unitário do corpo e espírito, refletindo o “estado” do complexo humano, ou seja, é decorrente do equilíbrio maior ou menor do corpo e do espírito simultaneamente.
O “estado” de equilíbrio do corpo e do espírito determina a “qualidade” do componente energético. E essa “qualidade” é que condiciona que tipos de energias que o indivíduo afiniza e assimila , pois o componente energético é constantemente renovado pela “metabolização” de energias existentes no ambiente. E as energias que absorvemos são aquelas que afinizamos, ou seja, as que correspondem ao “padrão” do nosso componente energético.
Quanto à parte de nosso corpo físico, para que este segmento contribua com uma energização positiva, é necessário que esteja em equilíbrio, ou seja, com saúde, bem cuidado. É por isso, como exemplo, que o médium passista necessita estar em boa saúde e equilíbrio físico, sem ter vícios, para que seu corpo possa contribuir com boas energias para o passe.
Já o componente espírito, também deve estar em equilíbrio para poder contribuir com a energização positiva do componente energético. Para ter a mente equilibrada, temos que estar transitando em equilíbrio com a Lei Divina ou Natural, ou seja, orientarmos nossa vida de relação com os semelhantes e com a natureza de acordo com a Lei de Amor. Claro que ainda somos imperfeitos e muitas vezes infringimos as leis naturais. Daí a necessidade constante de vigilância, para que erremos menos, e quando errarmos, rapidamente corrigirmos os erros e redirecionarmos a nossa mente e pensamentos para o bem e o amor.
O componente energético tem, portanto, uma grande interação nos dois sentidos (ida e volta) com o corpo físico e com o espírito, um afetando o outro.
Fica fácil entender que para termos saúde física e mental/espiritual, temos que ter energias equilibradas e vice-versa.
Um antigo ditado greco-latino já nos dizia: “mente sã em corpo são”. Isso exprime uma verdade, pelas interações já explicitadas. Por isso, devemos nos preocupar sempre com o equilíbrio de todo o ser, mental e fisicamente. Isso também nos alerta para que, quando estamos com problemas físicos, doentes, temos que reforçar o padrão espiritual, ou seja, buscarmos a compensação energética global por uma maior elevação do padrão espiritual, para não “decairmos” energeticamente. Isso auxiliará mesmo a que o corpo tenda a readquirir o equilíbrio, ou seja, se torne saudável.
Quem se “entrega” à doença, ou seja, não a compensa com um maior equilíbrio espiritual, desequilibra-se energeticamente, o que agrava a doença física e desequilibra ainda mais o espírito. Este fato é fácil de constatar-se observando como as pessoas enfrentam as doenças e dores físicas e os resultados da atitude mental e espiritual de cada um.
Dentro do sistema automático de gerenciamento do componente energético do complexo humano, um dos fatores que mais o influencia é o pensamento, a atitude mental.
Para onde vai o pensamento, liga-se nosso componente energético. Se o nosso pensamento está equilibrado, ligamo-nos, absorvemos e metabolizamos boas energias. O contrário também é verdadeiro. Pensamentos em desequilíbrio nos ligam a energias desequilibradas, as quais assimilamos e metabolizamos, incorporando-as ao nosso componente energético, com as conseqüências disso advindas.
Nossos pensamentos refletem nossa atitude mental, nossa verdade interior. Se nossa atitude mental é equilibrada, nossos pensamentos serão equilibrados, sendo o contrário também verdadeiro.
Quem tem atitude mental positiva, tem comportamento positivo nas atitudes da vida, do dia-a-dia.
Para estar sempre em contato com boas energias, necessitamos estar emitindo sempre pensamentos positivos, equilibrados. Portanto, para nossa segurança e equilíbrio físico e espiritual (saúde) temos que estar emitindo pensamentos positivos.
No entanto, para emitir pensamentos positivos, temos que ter atitude mental positiva, e isso não pode prescindir de atitudes práticas (comportamento e relação) positivas (vontade ao bem e ao amor).
Podemos resumir afirmando que só se tem pensamentos positivos quando nossa atitude mental e, portanto, nossa prática (atitude) diária for positiva, ou seja, se traduza efetivamente na prática do bem e do amor.
Percebe-se portanto, que a prática efetiva do bem e do amor não é necessidade “religiosa” ou “esotérica” ou ainda “mística”. É uma necessidade prática de segurança e equilíbrio energético, físico e espiritual. Só se tem atitude positiva assim. Só desta maneira teremos pensamentos verdadeiramente positivos. Só tendo pensamentos positivos nos ligamos com energias positivas. Só nos ligando com energias positivas, equilibramos nosso componente energético. E isso é fundamental para a saúde física, mental e espiritual.
Busquemos.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
O Arrependimento:
O Arrependimento.
Pergunta
O arrependimento sincero durante a vida é suficiente para extinguir as faltas e fazer que se mereça a graça de Deus?
Resposta - O arrependimento auxilia a melhora do Espírito, mas o passado deve ser expiado".
Resposta - O arrependimento auxilia a melhora do Espírito, mas o passado deve ser expiado".
Pergunta
O arrependimento se verifica no estado corpóreo ou no espiritual?
Resposta: No estado espiritual. Mas pode também se verificar no estado corpóreo, quando bem compreendeis a distinção entre o bem e o mal".
Resposta: No estado espiritual. Mas pode também se verificar no estado corpóreo, quando bem compreendeis a distinção entre o bem e o mal".
Pergunta
Qual a conseqüência do arrependimento no estado espiritual?
Resposta: O desejo de uma nova encarnação para se purificar.
O Espírito compreende as imperfeições que o impedem de ser feliz e aspira a uma nova existência, onde possa expiar suas faltas".
Resposta: O desejo de uma nova encarnação para se purificar.
O Espírito compreende as imperfeições que o impedem de ser feliz e aspira a uma nova existência, onde possa expiar suas faltas".
Pergunta
Qual a conseqüência do arrependimento no estado corpóreo?
Resposta: Adiantar-se ainda na vida presente se houver tempo para a reparação das faltas.
Quando a consciência reprova e mostra uma imperfeição, sempre se pode melhorar".
Resposta: Adiantar-se ainda na vida presente se houver tempo para a reparação das faltas.
Quando a consciência reprova e mostra uma imperfeição, sempre se pode melhorar".
Finalidade:
Demonstrar a importância do arrependimento e suas conseqüências na vida mental e social do indivíduo.
O que seria o arrependimento?
O arrependimento é um posicionamento assumido pelo homem, depois que se conscientiza de um erro que vinha cometendo. Arrepender-se é lamentar pelo engano. É ter vontade de reparar o erro. É fazer uma proposta de não errar mais.
Nesta pergunta, Kardec solicita aos Espíritos Superiores que esclareçam se o arrependimento já coloca o pecador na graça de Deus. Os Espíritos respondem que a atitude de arrepender ajuda a melhoria do Espírito, mas que o passado deve ser expiado.
A Doutrina Espírita ensina que todos nós estamos sujeitos a ação de uma lei,
chamada de Causa e Efeito. Ela determina que tudo o que fazemos ao próximo retorne a nós, num mecanismo de perfeita justiça de Deus. Ao mesmo tempo que a Lei Divina é Misericordiosa, ela também é punitiva. Se fizermos algo de ruim para o próximo, certamente este mal retornará à fonte. E, se houve prejuízos materiais ou morais, cedo ou tarde eles terão que ser compensados por quem o causou".
"Algumas pessoas acreditam que o arrependimento só acontece na vida espiritual. Isto não é verdade. Essa questão 990 demonstra que o arrependimento pode também acontecer na vida corporal. A resposta dada pelos Espíritos afirma que o arrependimento começa quando a pessoa passa a distinguir o bem do mal. Este é o grande mecanismo do Cristianismo e a bandeira do Espiritismo. É preciso sabermos distinguir o certo do errado. À medida que isto acontece nós vamos sendo alertados pelas nossas consciências de que é preciso nos corrigirmos naquele ponto. Se nos esforçarmos, será possível nos livrar de defeitos morais e darmos oportunidade de renovação para nossas almas".
Já nos fala de um arrependimento depois da morte. Há muitas criaturas que passam por toda a vida material sem tomarem conhecimento das leis que regem a vida. Por não compreenderem a vida depois da morte, surpreendem-se ao despertarem na Espiritualidade e passam longos períodos em regiões, destinadas à reflexão. Nos primeiros dias ou meses após sua desencarnação, os Espíritos ficam mais ou menos confusos com seu estado de liberdade. Como não entendem aquela situação, tendem a buscar contato com as atividades que tinham quando encarnados. Ficam iludidos por um tempo mais ou menos longo, até que começam a perceber sua nova condição. A partir deste momento, passam a refletir sobre sua última existência e a examinar seus atos. Ao descobrirem as causas de seus sofrimentos, arrependem-se e aspiram a uma nova vida para edificarem o futuro e resgatarem débitos".
"No estado corpóreo, o arrependimento ajuda o Espírito a ajustar-se psicologicamente. É a conscientização. Sabemos que não é fácil tomarmos consciência de nossos erros. E, há pessoas que preferem fazer de conta que não possuem defeitos. Passam toda a encarnação enganando a si mesmas. Nós, espíritas, temos que ter cuidado para não cairmos neste tipo de ilusão.
Os Espíritos nos aconselham que precisamos fazer um exame de consciência todas as noites, ao deitarmos, para verificarmos se não estamos prejudicando o próximo ou deixando de cumprir com nossas obrigações. Sim, é difícil a luta contra as más tendências. Mas, ela não é impossível de ser realizada. Quem tem uma vontade poderosa, vence. Vamos empenharmo-nos nesta sã batalha. O objetivo do Espírito é a purificação. Esta não ocorrerá sem que tomemos consciência de nossos erros e busquemos corrigi-los".
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Teste Interativo de Vidas Passadas
Numa das minhas pesquisas pelo google encontrei um fantástico teste para sabermos quem fomos na outra vida, força no teste!
estaritos.livreforum.com/.../teste-vida-passada-t480.htm
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
SER ESPÍRITA:
SER ESPÍRITA
Filhos, ser espírita é oportunidade de vivenciar o Evangelho em espírito
e verdade.
O seguidor da Doutrina é alguém que caminha sobre o mundo, mais consciente de seus erros que de seus acertos. Por este motivo - pela impossibilidade de conformar os interesses do homem velho com os anseios do homem novo, ele quase sempre deduz que professar a fé espírita não é tarefa fácil.
Toda mudança de hábito, principalmente daquele que lhe esteja mais arraigado, impõe à criatura encarnada sacrifícios inomináveis.
O rompimento com o "eu" é um parto laborioso, em que, não raro, sem experimentar inúmeras recaídas, o espírito não vem à luz...
O importante é que não vos deixeis desalentar. Recordai que, para o trabalho inicial do Evangelho, Jesus requisitou o concurso de doze homens e não de doze anjos.
Talvez o problema maior para os companheiros de ideal que se permitem desanimar, ante as fragilidades morais que evidenciam, seja o fato de suporem ser o que ainda não o são.
Sem dúvida, os que vivem ignorando as próprias necessidades, aparentemente vivem em maior serenidade de quantos delas já tomaram consciência; não olvideis, contudo, que a aspiração do melhor é intrínseca à sua natureza - o homem sempre há de querer ser mais...
Na condição, pois, de esclarecidos seguidores da Doutrina Espírita, nunca espereis vos acomodar, desfrutando da paz ilusória dos que não se aprofundam no conhecimento da Verdade que liberta.
Onde estiverdes, estareis sempre inquietos pelo amanhã.
A aflição que Jesus bem-aventurou, é aquela que experimenta quem se põe a caminho e não descansa antes de concluir a jornada.
Filhos, apesar dos percalços externos e de vossos conflitos íntimos,aceitai no Espiritismo a vossa melhor chance de redenção espiritual, e isto desde o começo de vossas experiências reencarnatórias. Valorizai o ensejo bendito e não culpeis a Doutrina pelas vossas mazelas.
Francisco Xavier
Filhos, ser espírita é oportunidade de vivenciar o Evangelho em espírito
e verdade.
O seguidor da Doutrina é alguém que caminha sobre o mundo, mais consciente de seus erros que de seus acertos. Por este motivo - pela impossibilidade de conformar os interesses do homem velho com os anseios do homem novo, ele quase sempre deduz que professar a fé espírita não é tarefa fácil.
Toda mudança de hábito, principalmente daquele que lhe esteja mais arraigado, impõe à criatura encarnada sacrifícios inomináveis.
O rompimento com o "eu" é um parto laborioso, em que, não raro, sem experimentar inúmeras recaídas, o espírito não vem à luz...
O importante é que não vos deixeis desalentar. Recordai que, para o trabalho inicial do Evangelho, Jesus requisitou o concurso de doze homens e não de doze anjos.
Talvez o problema maior para os companheiros de ideal que se permitem desanimar, ante as fragilidades morais que evidenciam, seja o fato de suporem ser o que ainda não o são.
Sem dúvida, os que vivem ignorando as próprias necessidades, aparentemente vivem em maior serenidade de quantos delas já tomaram consciência; não olvideis, contudo, que a aspiração do melhor é intrínseca à sua natureza - o homem sempre há de querer ser mais...
Na condição, pois, de esclarecidos seguidores da Doutrina Espírita, nunca espereis vos acomodar, desfrutando da paz ilusória dos que não se aprofundam no conhecimento da Verdade que liberta.
Onde estiverdes, estareis sempre inquietos pelo amanhã.
A aflição que Jesus bem-aventurou, é aquela que experimenta quem se põe a caminho e não descansa antes de concluir a jornada.
Filhos, apesar dos percalços externos e de vossos conflitos íntimos,aceitai no Espiritismo a vossa melhor chance de redenção espiritual, e isto desde o começo de vossas experiências reencarnatórias. Valorizai o ensejo bendito e não culpeis a Doutrina pelas vossas mazelas.
Francisco Xavier
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
"AMAI OS VOSSOS INIMIGOS"

Amar nossos amigos, filhos pais é naturalmente fácil.
Mais precisamos aprender com nossos não queridos...
Hoje escutei muito a palavra raiva, e foi um dia que vivi a raiva.
Mais porque não conseguimos envia a alguns irmãos sentimentos positivos ou amigáveis???
Como é difícil não acumular e devolver sentimentos negativos a quem nos enviam.
Um sentimento de vingança de ciúme de raiva.
Como se pode amar a quem nos quer mal? Mesmo se já tenhamos ultrapassado muitas barreiras, e já estejamos em condições de não odiar a alguém gratuitamente, ainda assim nos sentimos com dificuldade em lidar com a raiva que nos é dirigido. Podemos dizer que é um direito nosso, ou que se trata apenas de defesa. Mas é difícil reconhecer que o coração se revolta, e
Rimos de seus fracassos, e ficamos frustrados com suas vitórias. Não é esse o espírito do mandamento. Mas, se sabemos repeti-lo -- "amai os vossos inimigos" -- como fazer para colocá-lo em prática? Este é o desafio. A vigilância é necessária, mas é preciso ir mais adiante, desenvolvendo uma postura mental adequada.
Há pessoas que dedicam sua vida à obtenção de uma total paz de espírito, caracterizada pelo esvaziamento completo da mente. Se não implica amor, pelo menos o esvaziamento já permite a neutralização do ódio. Na impossibilidade que me encontro de atingir este estado, o que fazer? Render-me aos pensamentos normais leva, com certeza, ao ódio incubado, um sentimento perigoso de se guardar, que envenena a alma e apenas espera pela oportunidade para se manifestar.
A vigilância ativa sugere outras formas de agir. Lembro-me de uma conversa, onde me foi dito que o Divaldo Pereira Franco conversava com um companheiro espiritual seu; ora para dedicar uma ação de caridade, ora para evocar a beleza de uma planta, ou de um dia ensolarado. Esta atitude de convite ao amor transformou o seu obsessor em um companheiro, um amigo que passou a acompanhá-lo no seu trabalho.
Assim, minha sugestão é: na impossibilidade de ignorar, vamos fortalecer a mente nos pensamentos positivos. Vamos amar sem afetação; vamos conviver bem, convidando ao amor. Essa parece ser uma forma justa de obter uma reforma íntima, em benefício não somente nosso, mas de todos os nossos 'inimigos'.
"Espírita"
É quase certo que quando as pessoas nos perguntam a nossa religião e respondamos "espírita" sejamos logo perguntados:"É Espírita Kardecista, é?";
e pior ainda é um dito "trabalhador Espírita" dizer: "Sou Espírita Kardecista"...
Existem coisas que são tão básicas no conhecimento da Doutrina que muitas pessoas que dela se aproximam não conhecem; pois nunca se preocuparam em perguntar e outras não acharam necessário dizer...
Não existe este negócio de "Espírita Kardecista". Isso é redundância.
Espírita é Espírita e pronto!
Vou agora explicar o porquê:
A Palavra Espírita, bem como o termo Espiritismo, foram criados por Allan Kardec (codificador da Doutrina Espírita) em meados de 1857 quando do lançamento de "O Livro dos Espíritos". Antes de Kardec criar esta palavra somente existia o termo "espiritualista".
Espiritualista - é a designação utilizada para TODO aquele que crê na imortalidade do Espírito, que acredita que existe algo depois da morte física. Seja um céu de descanso eterno e um inferno de penas infinitas ou um mundo espiritual onde seguimos vivendo e trabalhando...
SIM, os Católicos e os Protestantes são ESPIRITUALISTAS, pois acreditam que o espírito é imortal e que goza ou sofre eternamente. Mas NÃO SÃO ESPÍRITAS.
Espírita - é todo aquele que segue a DOUTRINA ESPÍRITA, codificada e divulgada por Allan Kardec. Baseada na Imortalidade da Alma, na Comunicabilidade dos Espíritos, na Lei de Causa e Efeito, no Livre Arbítrio e no Progresso Infinito do ser.
Portanto, quando a pessoa disser "Espírita" significa que ela é seguidora do Cristo através dos ensinamentos de Kardec. Não existe "Espírita Kardecista", estas palavras são sinônimos.
NÃO, os umbandistas e praticantes de candomblé NÃO SÃO ESPÍRITAS, são Espiritualistas, porque não seguem a doutrina de Kardec mas acreditam na sobrevivência do espírito.
E se é assim porque quase todo mundo confunde os adeptos de Religiões Afro-Brasileiras com os espíritas????
Simples. Partindo para uma verificação histórica veremos dois fatos distintos e que se unem para gerar uma grande polêmica:
1)Ao iniciar-se no mundo o Espiritismo enfrentou (e ainda enfrenta) um preconceito enorme das outras denominações religiosas existentes, que acusam sem conhecer.
2)As Religiões Afro-Brasileiras, originalmente praticadas por escravos e pessoas de baixo status social, precisavam de um ponto de referencia que os mostrasse como uma religião menos primitiva e brutal, por isso, vários de seus praticantes passaram a se auto-denominar espíritas.
E pronto! Bastou passar o tempo e a sociedade criou este "arquétipo" que espírita é: macumbeiro, umbandista, faz pacto com o demônio, e tantos adjetivos adoráveis com os quais as pessoas adoram nos rotular.
Quero expresar aqui o meu mais profundo respeito por TODAS as religiões, sem a mínima intenção de julgar ou condenar ninguém... afinal quem sou eu? Se até os Bons Espíritos disseram a Kardec que "a melhor religião é a que forma homens de bem", esperemos em Cristo que os bons sentimentos estejam presentes sempre nos corações e nas atitudes de todos nós que nos arvoramos Religiosos.
Mas, até hoje apenas o Espiritismo me preencheu com respostas lógicas, baseadas em análises científicas e repletas da moral dos ensinamentos do Cristo. Sem mistérios, dogmas, acusações ou cobranças...
e pior ainda é um dito "trabalhador Espírita" dizer: "Sou Espírita Kardecista"...
Existem coisas que são tão básicas no conhecimento da Doutrina que muitas pessoas que dela se aproximam não conhecem; pois nunca se preocuparam em perguntar e outras não acharam necessário dizer...
Não existe este negócio de "Espírita Kardecista". Isso é redundância.
Espírita é Espírita e pronto!
Vou agora explicar o porquê:
A Palavra Espírita, bem como o termo Espiritismo, foram criados por Allan Kardec (codificador da Doutrina Espírita) em meados de 1857 quando do lançamento de "O Livro dos Espíritos". Antes de Kardec criar esta palavra somente existia o termo "espiritualista".
Espiritualista - é a designação utilizada para TODO aquele que crê na imortalidade do Espírito, que acredita que existe algo depois da morte física. Seja um céu de descanso eterno e um inferno de penas infinitas ou um mundo espiritual onde seguimos vivendo e trabalhando...
SIM, os Católicos e os Protestantes são ESPIRITUALISTAS, pois acreditam que o espírito é imortal e que goza ou sofre eternamente. Mas NÃO SÃO ESPÍRITAS.
Espírita - é todo aquele que segue a DOUTRINA ESPÍRITA, codificada e divulgada por Allan Kardec. Baseada na Imortalidade da Alma, na Comunicabilidade dos Espíritos, na Lei de Causa e Efeito, no Livre Arbítrio e no Progresso Infinito do ser.
Portanto, quando a pessoa disser "Espírita" significa que ela é seguidora do Cristo através dos ensinamentos de Kardec. Não existe "Espírita Kardecista", estas palavras são sinônimos.
NÃO, os umbandistas e praticantes de candomblé NÃO SÃO ESPÍRITAS, são Espiritualistas, porque não seguem a doutrina de Kardec mas acreditam na sobrevivência do espírito.
E se é assim porque quase todo mundo confunde os adeptos de Religiões Afro-Brasileiras com os espíritas????
Simples. Partindo para uma verificação histórica veremos dois fatos distintos e que se unem para gerar uma grande polêmica:
1)Ao iniciar-se no mundo o Espiritismo enfrentou (e ainda enfrenta) um preconceito enorme das outras denominações religiosas existentes, que acusam sem conhecer.
2)As Religiões Afro-Brasileiras, originalmente praticadas por escravos e pessoas de baixo status social, precisavam de um ponto de referencia que os mostrasse como uma religião menos primitiva e brutal, por isso, vários de seus praticantes passaram a se auto-denominar espíritas.
E pronto! Bastou passar o tempo e a sociedade criou este "arquétipo" que espírita é: macumbeiro, umbandista, faz pacto com o demônio, e tantos adjetivos adoráveis com os quais as pessoas adoram nos rotular.
Quero expresar aqui o meu mais profundo respeito por TODAS as religiões, sem a mínima intenção de julgar ou condenar ninguém... afinal quem sou eu? Se até os Bons Espíritos disseram a Kardec que "a melhor religião é a que forma homens de bem", esperemos em Cristo que os bons sentimentos estejam presentes sempre nos corações e nas atitudes de todos nós que nos arvoramos Religiosos.
Mas, até hoje apenas o Espiritismo me preencheu com respostas lógicas, baseadas em análises científicas e repletas da moral dos ensinamentos do Cristo. Sem mistérios, dogmas, acusações ou cobranças...
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Como foi ótmo!!!!!!!!
Nossa como foi ótima!!!!!!!!!!
Como colocamos em nossos momentos de dificuldades a presença de Deus em nossa vida em dúvida.
Por fragilidade???? Por pessimismos??? Ou falta de Fé????
Mais será que realmente temos fé??? Sim fé:
Aquela fé que não nos deixa temer em nem um momento difícil, a fé em Deus que nos fortaleza e nos guia em todos os momentos de aflição???
Há se nós soubéssemos o poder da fé em nossa vida:
Se soubéssemos como Deus é maravilhoso e nos da à oportunidade de sentiremos a sua presença em todos os momentos da nossa vida.
É maravilhoso termos um Deus que nos socorre no momento da aflição: ...
Hoje eu escutei a seguinte frase: Pedir com "fé" e alcançaram todas as graças.
Mais até aonde vai a nossa fé???
Quando pedimos algo a Deus, nem sempre é aquilo realmente que necessitamos.
Mais nós não temos sabedoria de nossas necessidades, e com isso deixamos de dar valor as conquistas e colocamos o amor de Deus por nós em duvida.
Pedir a Deus em um momento de dificuldades, o alivia de uma dor, o alcance de uma graça, só depende realmente de nossa fé e em crê que Deus sempre estará a nosso lado.
Mais os caminhos nem sempre entendemos:
Foram muito proveitosas e diretamente para mim essas palavras...
Mais uma vez agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade de ter as respostas necessárias no meu momento de vida.
Tinha que deixa aqui expresso, como é bom sentir o amor de Deus em minha vida. E sentir como o mundo que Deus nós deu é maravilhoso, basta saber viver e desfruta dele.
Aline Gayer.
Como colocamos em nossos momentos de dificuldades a presença de Deus em nossa vida em dúvida.
Por fragilidade???? Por pessimismos??? Ou falta de Fé????
Mais será que realmente temos fé??? Sim fé:
Aquela fé que não nos deixa temer em nem um momento difícil, a fé em Deus que nos fortaleza e nos guia em todos os momentos de aflição???
Há se nós soubéssemos o poder da fé em nossa vida:
Se soubéssemos como Deus é maravilhoso e nos da à oportunidade de sentiremos a sua presença em todos os momentos da nossa vida.
É maravilhoso termos um Deus que nos socorre no momento da aflição: ...
Hoje eu escutei a seguinte frase: Pedir com "fé" e alcançaram todas as graças.
Mais até aonde vai a nossa fé???
Quando pedimos algo a Deus, nem sempre é aquilo realmente que necessitamos.
Mais nós não temos sabedoria de nossas necessidades, e com isso deixamos de dar valor as conquistas e colocamos o amor de Deus por nós em duvida.
Pedir a Deus em um momento de dificuldades, o alivia de uma dor, o alcance de uma graça, só depende realmente de nossa fé e em crê que Deus sempre estará a nosso lado.
Mais os caminhos nem sempre entendemos:
Foram muito proveitosas e diretamente para mim essas palavras...
Mais uma vez agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade de ter as respostas necessárias no meu momento de vida.
Tinha que deixa aqui expresso, como é bom sentir o amor de Deus em minha vida. E sentir como o mundo que Deus nós deu é maravilhoso, basta saber viver e desfruta dele.
Aline Gayer.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
O verdadeiro espírita
“O espírita é reconhecido pelo esforço que faz para sua transformação moral e para vencer suas tendências para o mal.” – Allan Kardec
O verdadeiro espírita é aquele que aceita os princípios básicos da Doutrina Espírita. Quando se pergunta ao praticante: Você é espírita? Comumente ele responde: “Estou tentando”. Na verdade, a resposta deveria ser sem hesitação: Sou espírita!!! Quanto ao fato de ser perfeito ou qualquer qualificação moral é outro assunto, que não exime o profitente de ser incisivo na sua resposta. Nesse ponto, o praticante não tem que hesitar na sua definição, porquanto Allan Kardec foi claro no seu esclarecimento ao afirmar que se reconhece o espírita pelo seu esforço, pela sua transformação, e não pelas suas virtudes ou pretensas qualidades, raras nos habitantes deste Planeta.
O que acontece com freqüência, seja iniciante ou mesmo com os mais antigos, é que, será mais cômodo não assumir uma postura mais responsável ou permanecer com um pé na canoa e outro na terra. Admite-se até, em determinadas ocasiões que se queira dar uma demonstração de modéstia, mas, que não se justifica sob o ponto de vista de definição pessoal.
A propósito, lembro-me de ter ouvido em uma emissora de rádio da Capital um pronunciamento de um padre católico, ao referir-se aos católicos, que freqüentam os Centros Espíritas para os habituais Passes e a “aguinha fluidificada” e passam a vida sem ter a mínima noção do que representa o Passe e a água. Para esses meio-cá-meio-lá, o mencionado reverendo denominou-se de “catóritas”. Engraçado, não!?
Como chamar os espíritas que se dedicam aos trabalhos nos Centros Espíritas, mas que continuam batizando os filhos, sob o pretexto de que quando maiores escolherão sua própria religião, casam os filhos na Igreja com as pompas e as cerimônias habituais, fazem a Primeira Comunhão com as tradições da Igreja Católica, etc?
Quando os Centros Espíritas se organizarem verdadeiramente, proporcionando aos seus freqüentadores, além do Passe e da Água Fluidificada, a orientação doutrinária, para maior compreensão dos princípios básicos que devem nortear o aprendiz e os trabalhadores na Seara Espírita, certamente, o verdadeiro espírita terá uma nova postura na sociedade, mais convincente, porque passará a distinguir o que é ser espírita, segundo a analogia explicitada por Allan Kardec nas obras básicas organizadas pelo codificador sob a orientação dos Benfeitores Espirituais.
“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.” – Bezerra de Menezes
(Publicado no Jornal A Voz do Espírito - Edição 92:Dezembro de 1998)
O verdadeiro espírita é aquele que aceita os princípios básicos da Doutrina Espírita. Quando se pergunta ao praticante: Você é espírita? Comumente ele responde: “Estou tentando”. Na verdade, a resposta deveria ser sem hesitação: Sou espírita!!! Quanto ao fato de ser perfeito ou qualquer qualificação moral é outro assunto, que não exime o profitente de ser incisivo na sua resposta. Nesse ponto, o praticante não tem que hesitar na sua definição, porquanto Allan Kardec foi claro no seu esclarecimento ao afirmar que se reconhece o espírita pelo seu esforço, pela sua transformação, e não pelas suas virtudes ou pretensas qualidades, raras nos habitantes deste Planeta.
O que acontece com freqüência, seja iniciante ou mesmo com os mais antigos, é que, será mais cômodo não assumir uma postura mais responsável ou permanecer com um pé na canoa e outro na terra. Admite-se até, em determinadas ocasiões que se queira dar uma demonstração de modéstia, mas, que não se justifica sob o ponto de vista de definição pessoal.
A propósito, lembro-me de ter ouvido em uma emissora de rádio da Capital um pronunciamento de um padre católico, ao referir-se aos católicos, que freqüentam os Centros Espíritas para os habituais Passes e a “aguinha fluidificada” e passam a vida sem ter a mínima noção do que representa o Passe e a água. Para esses meio-cá-meio-lá, o mencionado reverendo denominou-se de “catóritas”. Engraçado, não!?
Como chamar os espíritas que se dedicam aos trabalhos nos Centros Espíritas, mas que continuam batizando os filhos, sob o pretexto de que quando maiores escolherão sua própria religião, casam os filhos na Igreja com as pompas e as cerimônias habituais, fazem a Primeira Comunhão com as tradições da Igreja Católica, etc?
Quando os Centros Espíritas se organizarem verdadeiramente, proporcionando aos seus freqüentadores, além do Passe e da Água Fluidificada, a orientação doutrinária, para maior compreensão dos princípios básicos que devem nortear o aprendiz e os trabalhadores na Seara Espírita, certamente, o verdadeiro espírita terá uma nova postura na sociedade, mais convincente, porque passará a distinguir o que é ser espírita, segundo a analogia explicitada por Allan Kardec nas obras básicas organizadas pelo codificador sob a orientação dos Benfeitores Espirituais.
“Solidários, seremos união. Separados uns dos outros seremos pontos de vista. Juntos, alcançaremos a realização de nossos propósitos.” – Bezerra de Menezes
(Publicado no Jornal A Voz do Espírito - Edição 92:Dezembro de 1998)
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